“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações”.
O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVII, item 4.
O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo XVII, item 4.
Sabendo da necessidade que temos de realizar a Reforma Íntima para que, um dia, cheguemos à condição de homens de bem, o Grupo Juventude Espírita em Ação (JEA) incentivou os jovens freqüentadores do Departamento de Infância e Juventude (DIJ) da Sociedade Espírita Dom Thomé a participarem do projeto Reforma Íntima Agora (RIA).
O RIA objetiva, por meio do diálogo, da troca de experiências, da música espírita e de dinâmicas, proporcionar aos jovens uma tarde de convivência sadia e, principalmente, incentivar que, juntos, comecemos a praticar os ensinamentos deixados por Jesus. A proposta é que, a cada mês, possamos trabalhar uma virtude, realizando as atividades propostas pelo JEA com o intuito de nos habituarmos a praticá-la. No primeiro encontro do RIA, realizado no dia 24 de abril, os temas foram a Reforma Íntima e Jesus.
Allan Kardec, quando questiona sobre qual o meio mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal, obtém a seguinte resposta de Santo Agostinho, na questão 919 de O livro dos Espíritos: “Um sábio da antiguidade vo-lo disse: conhece-te a ti mesmo”. Joanna de Ângelis, em obra intitulada “Autodescobrimento – uma busca interior”, diz que “se fazem imprescindíveis alguns requisitos para que alcancemos o autodescobrimento, a saber: insatisfação pelo que se é, ou se possui ou como se encontra; desejo sincero de mudança; persistência no tentame; disposição para aceitar-se e vencer-se; capacidade para crescer emocionalmente”.
A Reforma Íntima é um processo contínuo de auto-análise, de conhecimento de nossa intimidade espiritual, libertando-nos de nossas imperfeições e permitindo-nos atingir o domínio de nós mesmos. Com o objetivo de renovar as esperanças interiores, a Reforma Íntima tem por meta o fortalecimento da fé, a solidificação do amor, a incessante busca do perdão e do cultivo das virtudes, resultando no aperfeiçoamento do ser.
E que direção devemos seguir para que nos aperfeiçoemos? Seguindo o modelo do Espírito mais perfeito que Deus ofereceu-nos: Jesus (O Livro dos Espíritos, questão 625). Cristo, ao nascer, trouxe aos homens o conhecimento da lei maior — a lei do Amor — sentimento existente no íntimo de todos e no cume do desenvolvimento intelectual e moral de todos. Seus ensinos brilham no mundo tal qual farol gigantesco indicando o verdadeiro caminho para a paz e para a felicidade.
Jesus é o irmão mais velho que veio ensinar a finalidade da vida na Terra, que é o aperfeiçoamento do Espírito, e como aproveitar as experiências terrenas para que esse determinismo divino aconteça. Jesus recebeu de Deus a incumbência de guiar a humanidade na sua evolução e ele continua apontando o caminho, dirigindo-a até que ela — a humanidade — aperfeiçoe-se.
Mas como podemos ter um Espírito de tamanha evolução como nosso modelo? O Espiritismo nos esclarece por que e como podem os homens imitá-lo ao nos apresentar Jesus como sendo um filho de Deus, criado como todos nós: simples e ignorante, tendo feito a sua evolução em mundos materiais.
Assim, Jesus é nosso guia e modelo a seguir porque passou pelo processo evolutivo pelo qual estamos passando. Filho de Deus, como todos nós, Jesus venceu sua ignorância e desenvolveu todas as suas virtudes, tendo alcançado, antes da Terra existir, o grau evolutivo que lhe permitiu ser o representante de Deus na Terra e no coração dos homens.
O RIA objetiva, por meio do diálogo, da troca de experiências, da música espírita e de dinâmicas, proporcionar aos jovens uma tarde de convivência sadia e, principalmente, incentivar que, juntos, comecemos a praticar os ensinamentos deixados por Jesus. A proposta é que, a cada mês, possamos trabalhar uma virtude, realizando as atividades propostas pelo JEA com o intuito de nos habituarmos a praticá-la. No primeiro encontro do RIA, realizado no dia 24 de abril, os temas foram a Reforma Íntima e Jesus.
Allan Kardec, quando questiona sobre qual o meio mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal, obtém a seguinte resposta de Santo Agostinho, na questão 919 de O livro dos Espíritos: “Um sábio da antiguidade vo-lo disse: conhece-te a ti mesmo”. Joanna de Ângelis, em obra intitulada “Autodescobrimento – uma busca interior”, diz que “se fazem imprescindíveis alguns requisitos para que alcancemos o autodescobrimento, a saber: insatisfação pelo que se é, ou se possui ou como se encontra; desejo sincero de mudança; persistência no tentame; disposição para aceitar-se e vencer-se; capacidade para crescer emocionalmente”.
A Reforma Íntima é um processo contínuo de auto-análise, de conhecimento de nossa intimidade espiritual, libertando-nos de nossas imperfeições e permitindo-nos atingir o domínio de nós mesmos. Com o objetivo de renovar as esperanças interiores, a Reforma Íntima tem por meta o fortalecimento da fé, a solidificação do amor, a incessante busca do perdão e do cultivo das virtudes, resultando no aperfeiçoamento do ser.
E que direção devemos seguir para que nos aperfeiçoemos? Seguindo o modelo do Espírito mais perfeito que Deus ofereceu-nos: Jesus (O Livro dos Espíritos, questão 625). Cristo, ao nascer, trouxe aos homens o conhecimento da lei maior — a lei do Amor — sentimento existente no íntimo de todos e no cume do desenvolvimento intelectual e moral de todos. Seus ensinos brilham no mundo tal qual farol gigantesco indicando o verdadeiro caminho para a paz e para a felicidade.
Jesus é o irmão mais velho que veio ensinar a finalidade da vida na Terra, que é o aperfeiçoamento do Espírito, e como aproveitar as experiências terrenas para que esse determinismo divino aconteça. Jesus recebeu de Deus a incumbência de guiar a humanidade na sua evolução e ele continua apontando o caminho, dirigindo-a até que ela — a humanidade — aperfeiçoe-se.
Mas como podemos ter um Espírito de tamanha evolução como nosso modelo? O Espiritismo nos esclarece por que e como podem os homens imitá-lo ao nos apresentar Jesus como sendo um filho de Deus, criado como todos nós: simples e ignorante, tendo feito a sua evolução em mundos materiais.
Assim, Jesus é nosso guia e modelo a seguir porque passou pelo processo evolutivo pelo qual estamos passando. Filho de Deus, como todos nós, Jesus venceu sua ignorância e desenvolveu todas as suas virtudes, tendo alcançado, antes da Terra existir, o grau evolutivo que lhe permitiu ser o representante de Deus na Terra e no coração dos homens.
Jesus é nosso guia, nosso modelo de vida e de amor!
O JEA alegra-se de ter a companhia de vocês, jovens, para que nesse processo, auxiliando-nos mutuamente, possamos praticar as virtudes exemplificadas pelo Mestre e os conhecimentos que aprendemos por meio dessa Doutrina maravilhosa — a Doutrina Espírita. Contamos com vocês!
Referências:
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Autodescobrimento – uma busca interior – Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco
Jesus: Guia e Modelo – Jornal Verdade e Luz (dez/1999) – Leda de Almeida Rezende Ebner
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
Autodescobrimento – uma busca interior – Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco
Jesus: Guia e Modelo – Jornal Verdade e Luz (dez/1999) – Leda de Almeida Rezende Ebner
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